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APRESENTAÇÃO DO USO DA TECNOLOGIA EFVM® EM UM CASO REAL
O caso real que se segue é de um teste executado na cidade de Luanda, capital da República de Angola, durante o mês de maio de 2010.
Existe nesta cidade um edifício construído para ser a sede da ENAD – Escola Nacional de Administração, órgão do governo do país.
No piso do subsolo deste edifício, em determinado momento começou a aparecer uma infiltração muito forte, sendo feito um poço de captação desta água, até que se descobrisse qual seria a causa desta infiltração.
O volume de água que aparecia no subsolo era de 200 litros por dia; iniciaram-se então as pesquisas e identificou-se o rompimento de uma tubulação de abastecimento do espelho d’água vizinha ao subsolo. Esta tubulação foi reparada, mas a infiltração de água não desapareceu, apenas reduzindo-se de 200 litros para 60 litros por dia. Este volume permaneceu constante por 2 meses, quando foi solicitado um teste de estanqueidade deste espelho d’água com o sistema EFVM®.

Segue-se o relatório fotográfico deste caso.

 


Vista da entrada do Edifício da ENAD – Escola Nacional de Administração em Luanda, capital da República de Angola.

 


Vista da porção menor do espelho d’água. As infiltrações apareciam no subsolo no trecho que fica localizado sob o saguão principal, após a fachada de vidro.

 


Tomada do mesmo trecho do espelho d’água sob outro ângulo, sendo que o ponto de ruptura das tubulações de alimentação de água do espelho se localizava onde está estacionada a picape branca.

 


Vista da porção maior do espelho d’água.

 

 


Equipamento EFVM® posicionado na borda do espelho d’água, conforme o esquema de montagem mostrado acima, pronto para ser acionado.

 


Cabos do circuito elétrico provisório sendo lançados dentro d’água.

 


Vista em aproximação dos cabos do circuito elétrico.

 


Início da varredura para localização de eventuais falhas na impermeabilização com a utilização dos sensores direcionais.

 

 


Sequência da varredura para localização de eventuais falhas na impermeabilização com a utilização dos sensores direcionais na porção menor do espelho d’água.

 


Sequência da varredura para localização de eventuais falhas na impermeabilização com a utilização dos sensores direcionais na porção maior do espelho d’água.

 


Remoção dos revestimentos do ponto com o número 1 na planta de locação dos pontos detectados.

 


Impermeabilização com manta asfáltica após a remoção do revestimento no ponto número 1, onde a seta aponta uma pequena perfuração, com a presença de água por baixo da impermeabilização que aflorou quando o revestimento foi removido.

 

Remoção dos revestimentos do ponto com o número 2 na planta de locação dos pontos detectados.

 


Impermeabilização com manta asfáltica após a remoção do revestimento no ponto 2, onde a seta aponta um pequeno amassamento da impermeabilização, sem a presença de água tanto por baixo como por cima da impermeabilização. O sinal detectado neste local identificava apenas a fuga do campo elétrico, pois o dano na manta asfáltica era tão pequeno que não havia ainda se iniciado a passagem de água.

 


Foto do ponto com o número 3, localizado na porção maior do espelho d’água na planta de locação dos pontos detectados.

 


Impermeabilização com manta asfáltica, após a remoção do revestimento no ponto 3, onde a seta aponta outro pequeno amassamento, sem a presença de água tanto por baixo como por cima da impermeabilização. Também foi detectada neste local apenas a fuga do campo elétrico, pois o dano existente na manta asfáltica era tão pequeno que não havia ainda se iniciado a passagem de água.

 

É importante notar nos pontos localizados como possíveis causadores das infiltrações a grande espessura dos revestimentos aplicados sobre a impermeabilização, como também as distâncias entre os pontos 1 e 2, localizados na porção menor do espelho d’água e o ponto número 3, localizado na porção maior do espelho d’água e bastante afastado dos outros dois pontos.

 

CONCLUSÃO FINAL: A IMPERMEABILIZAÇÃO DO ESPELHO D’ÁGUA ESTAVA ABSOLUTAMENTE ESTANQUE E AS INFILTRAÇÕES QUE APARECIAM NO SUBSOLO ERAM CAUSADAS PELA ÁGUA QUE SATUROU O SOLO E FICOU RETIDA NO MACIÇO DO TERRENO QUANDO A TUBULAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO DO ESPELHO SE ROMPEU. ESTA INFILTRAÇÃO SÓ DESAPARECERIA APÓS A COMPLETA SECAGEM DO SOLO.

 

Referências bibliográficas: não existem referências bibliográficas anteriores registradas oficialmente, apenas informações técnicas constantes dos manuais internos de procedimentos e treinamento das empresas que utilizam esta tecnologia.

 


 

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